Em algum momento, todos nós já enfrentamos problemas de descrições de itens incongruentes, incompletas ou incomparáveis. Isso pode ter ocorrido durante a compra de um item pessoal on-line ou mesmo em uma situação mais grave, como a identificação e compra de peças sobressalentes para os ativos de produção de uma empresa. O impacto de dados “sujos” nas operações é significativo. Por exemplo, a experiência no setor demonstra que 10 a 15% dos itens adquiridos são duplicados ou substituíveis dentro das operações, ou seja, se houvesse maior conhecimento dos materiais comprados, seria possível reduzir uma parcela significativa da quantidade e dos gastos nas atividades de compra.
Quantas vezes você ouviu falar em MDM, Master Data Management (Gestão de Dados Mestre), PIM, Product Information Management (Gestão de Informações de Produtos), dados mestre, item mestre, serviço mestre, fornecedor mestre e catálogo de materiais? Todos estes termos são usados com freqüência por entidades internas, fornecedores de ERP/EAM, integradores de sistema, parceiros de implementação e provedores de serviços do setor. Além disso, uma enorme quantidade de provedores de serviços internacionais está atualmente no mercado para auxiliar a estruturar e limpar esses elementos de dados.
O que esses termos significam realmente? Existe de fato a necessidade de tais elementos de dados ou é tudo “papo furado”? Quando eles são necessários e quem precisa usá-los? Qual é a função desses elementos de dados e como o setor assegura que estarão permanentemente disponíveis?
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